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A mais política das Copas do Mundo – O Assunto #1737

Comunidade News

A Copa do Mundo que começa nesta quinta-feira (11) inaugura dois marcos: a expansão para 48 seleções e a estreia do formato com três países-sede (Estados Unidos, Canadá e México). Para além do campo, o torneio chega cercado por entraves financeiros — com ingressos apontados como os mais caros da história — e por tensões políticas ligadas às regras de entrada nos EUA sob a administração Donald Trump, tema central do episódio #1737 do podcast O Assunto, do g1, que também analisa o cenário esportivo: o possível fim da era Messi e Cristiano Ronaldo e as chances do Brasil pelo hexa.

Um Mundial maior e inédito

  • A edição de 2026, a 23ª da história, será disputada de 11 de junho a 19 de julho e distribuída por 16 cidades — 11 nos EUA, 3 no México e 2 no Canadá, segundo a FIFA.
  • É a primeira Copa com 48 seleções. O formato aprovado prevê 12 grupos de quatro equipes; avançam os dois melhores de cada grupo e os oito melhores terceiros colocados para um novo mata-mata de 32 times, elevando o total de partidas para 104.
  • Os três anfitriões — Canadá, México e Estados Unidos — já estão classificados. A Argentina chega como atual campeã.
  • Em termos históricos, o México se tornará o primeiro país a sediar (ou co-sediar) uma Copa pela terceira vez; os EUA já receberam o torneio em 1994; o Canadá estreia como país-sede.

Política em campo

No episódio, a jornalista Natuza Nery conversa com Guga Chacra, que descreve o clima político nos Estados Unidos e discute relatos de barreiras de entrada que afetam torcedores e até delegações. Chacra também detalha a relação entre Gianni Infantino, presidente da FIFA, e Donald Trump — uma aproximação iniciada ainda no ciclo da candidatura “United 2026”, quando EUA, Canadá e México venceram a disputa para sediar o Mundial. O pano de fundo geopolítico e a logística de fronteiras compartilhadas moldam uma Copa em que decisões administrativas têm impacto direto na circulação de pessoas.

Ingressos e acesso

O programa aborda o peso financeiro para o público: com demanda recorde e estrutura continental, os preços dos ingressos são descritos como os mais altos já praticados em Copas, o que amplia o caráter seletivo do acesso aos estádios e reforça o debate sobre quem consegue participar, presencialmente, do maior evento do futebol.

O jogo jogado

Na análise esportiva, André Rizek avalia favoritos e azarões e projeta as chances da Seleção Brasileira sob o comando de Carlo Ancelotti. O torneio pode marcar a despedida, em Copas, de uma era dominada por Lionel Messi e Cristiano Ronaldo, enquanto novas lideranças técnicas e gerações buscam protagonismo no formato expandido.

Por dentro do episódio

  • Convidados: Guga Chacra (Globonews, TV Globo, CBN e O Globo) e André Rizek (editor-chefe e apresentador do Seleção SporTV e Fechamento SporTV).
  • Apresentação: Natuza Nery.
  • Produção: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti, Stéphanie Nascimento e Guilherme Gama.

O Assunto é o podcast diário do g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde agosto de 2019, soma mais de 168 milhões de downloads nas plataformas de áudio e mais de 14,2 milhões de visualizações no YouTube.

Encerramento

Com calendário ampliado, 48 seleções e três países-sede, a Copa de 2026 estreia sob o signo do ineditismo — e de uma politização que extrapola as quatro linhas. Enquanto a bola rola por mais de um mês entre Canadá, México e Estados Unidos, o episódio #1737 de O Assunto oferece um guia para entender como decisões administrativas e preços impactam torcedores e delegações, e o que esperar tecnicamente de um Mundial que pode encerrar um ciclo e iniciar outro no topo do futebol.

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